Archive for the ‘Sem categoria’ Category

Pornografía infantil

¿Qué clase de animal es capaz de usar a sus crías como objetos sexuales?

“angels”, “lolitas”, “boylover”, “preteens”, “girllover”, “childlover”, “pedoboy”, “boyboy”, “fetishboy” o “feet boy”

Bal Mandir


Bal Mandir es uno de esos lugares lleno de héroes que nunca salen en el telediario.

Manuel Ortiz

Morreu Manuel Ortiz.
Nom o conhecim, tam só o lia cando colhia “apuntes de bolsillo” e isso já é bastante como para bota-lo de menos.
Na sua outra bitácora, “Las aves migratorias“, describiu o que é vivir:

Vivir es adivinar con la experiencia lo que nos deparará el futuro. Vivir es permanecer entre sombras la mayor parte del tiempo para emerger, levantar la cabeza, apenas unos momentos cada cierto tiempo. Y hay que tener un pensamiento muy lógico y estar muy bien organizado para aceptar las cosas tal y como vienen o darles la explicación adecuada a los hechos que se suceden. Vivir es afanarse por hacer cosas que ni siquiera nosotros sabemos cuál es su sentido, su realidad, su presente y su pasado. Retomar lo ya dicho o ya pensado es bueno en ciertas ocasiones, pero no cabe duda de que el presente obliga y manda forzosamente y de que a cada instante nos vemos obligados a desempolvar el tarro de nuestras mejores esencias para intentar atrapar la realidad sin confundirla con un sueño.

Parece ser que un cancro acabou com ele. Descanse em paz.
Este é o video que acompanha á sua última entrada.

Mira como tiemblo

A los ojos de sus hijos, los padres suelen ser auténticas fortalezas en las que nada les puede suceder. Y sin embargo solo hace falta un abrazo apretado de los pequeños para que los muros empiecen a temblar. Solo Pau en su Remanso de Jirafas lo puede decir mejor que Fede Comín en “Mira como Tiemblo”.

Botella al mar

Que injusto me parece echar de menos hoy a Mario Benedetti cuando nos ha dejado tanto de él en este mundo, y sin embargo, cada vez que oigo a alguien decir que ha muerto, siento toda la presión del vacío que deja .

Ha muerto. Benedetti ha muerto. Cuesta trabajo decirlo.

De Protestas e Bilingüismos

Na delegación de Facenda da Corunha
- Boas, pode darme um modelo 300 para a declaración do IVE?
- Tenga.
- Perdoe, nom o tenhem em galego?
- Ay no, lo siento solo en castellano.
- Nom pasa nada, entendo perfeitamente o castelhano, só é que pensei que éramos bilingües.
__________________
No Registro Civil da Corunha.
- Boas, vinha a inscrever um nacemento.
- Bien, ¿que nació? ¿aquí en La Coruña?
- Sí sí na Corunha.
- …nacido en La Coruña…
- Perdoe, importarialhe cubri-lo em galego e ponher A Coruña, por favor.
- ¡¡Hay que ver como os poneis!!! Que más dará!!
- Pois isso, como dá igual, importaria-lhe ponhe-lo em galego, por favor?.
________________________________
Na livraria do centro asociado da UNED em Corunha.

- Boas, lim na página web que agora também se podia acceder em galego aos recursos da livraria, é certo?
- No bueno, en realidad lo que pone es que se puede usar en gallego.
- E isso quer dizer que me podem dar os apontamentos em galego?
- No hombre! eso quiere decir que si quieres te hablo en gallego.¿Quieres?
- Nom fai falta. Só era umha pregunta. Gracias.
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Por outra parte nom coñeço nem um só neno que entre na escola sendo castelán-falante e que saia sendo galego-falante. Sem embargo ao contrario nom é que conheça um ou dous casos, é que TODOS, absolutamente TODOS os nenos que eu conheço que entrarom na escola sendo galego-falantes ao cabo de un ano som castelam-falantes. Nom parece que lhes imponham muito galego nas aulas…
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Passoume (pásame) todo isto e nom protestei. Pero ao melhor deberia facé-lo.

A mim me parece que o galego tem umha forma mui rara de imponher-se em Galiza. Pero se Rosa Díez também o di por algo será….

3 minutos sem crise

E que fai falta.


Women In Art from Philip Scott Johnson on Vimeo.

Dime quem fala e te direi o que escoito…

A formação de capital financeiro define uma etapa crucial do capitalismo na que é promovida, como nunca se fizera antes, a fusão entre a banca eo capital industrial. Assim, a indústria passa a ser controlada pelos altos estamentos financeiros, o que provoca uma inevitável tendência para a concentração que implica, em primeiro lugar, a eliminação da concorrência entre si e, por outro lado, a absorção ou a destruição de empresas ou sectores mais fracos. De esta maneira, o capitalismo passa de ser um sistema de concorrência a um sistema de monopólio.

Se isto o tivera dito Joseph Stiglitz, o premio Nobel de Economia, numa conferência na Universidade Complutense de Madrid há poucos dias, todos os jornais económicos dariam conta do acertado da sua análise nos tempos de crise nos que andamos. Mas resulta que isto foi dito há case 100 anos por um tal Vladimir Ilich Uliánov, que já então definiu o que seria a globalização de hoje quase exactamente.

Se escuitasemos o qué se di em vez de quem o di teriamos aforrado muito tempo, muitas guerras e muitas mortes. No fondo não pode ser tão difícil ponher-se de acordo. Nem sequer para Stiglitz e Lenin

Yes we can

Pois isso.

Feliz Natal!!

Outros planetas
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